quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Pastoral da comunicação ( PASCOM) apresentação

A Pastoral da Comunicação (Pascom) surgiu em resposta à urgente necessidade da Igreja em utilizar e evangelizar os meios de comunicação social. Sua pedra fundamental é a carta encíclica Miranda Prorsus (Os maravilhosos progressos), escrita pelo papa Pio XII, em 1957.

                Esta é uma pastoral específica dentro da Igreja, com orientações e documentos do Vaticano e do Pontifício Conselho para as Comunicações, que se ocupa dessa missão. Atualmente, em nível de CNBB, a Pascom se situa na Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura, Educação e Comunicação Social.

   Os bispos do Brasil definiram a Pascom como a pastoral do ser/estar em comunhão/comunidade. É a pastoral da acolhida e da participação, das inter-relações humanas, da organização solidária, do planejamento democrático, do uso dos recursos e instrumentos que facilitem o intercâmbio de informações e manifestações das pessoas no interior da comunidade e da sociedade[1].

A Pascom é chamada a ser ‘integradora’ das pastorais. Neste sentido, ela tem características próprias: a integração no interno da Igreja, entre as pessoas, e no externo, entre as pastorais. Ela não se sobrepõe às demais pastorais, mas trabalha a visibilidade interna, envolvendo todas e proporcionando-lhes o conhecimento da realidade; externamente, divulga as ações para a sociedade[2].

Ainda, o trabalho dos meios de comunicação católicos não é só uma atividade complementar que se vem juntar às outras atividades da Igreja: a comunicação social tem, com efeito, um papel a desempenhar em todos os aspectos da missão da Igreja. Não é suficiente, também, ter um plano pastoral de comunicação, mas é necessário que a comunicação faça parte integrante de todos os planos pastorais, visto que a comunicação tem, de fato, um contributo a dar a qualquer outro apostolado, ministério ou programa[3].

Na Conferência de Aparecida, os bispos reconheceram que muito foi feito no campo das comunicações, mas que a Igreja da América Latina ainda está muito aquém do satisfatório:na evangelização, na catequese e, em geral, na pastoral, persistem também linguagens pouco significativas para a cultura atual e em particular para os jovens. [...] As mudanças culturais dificultam a transmissão da Fé por parte da família e da sociedade. Frente a isso, não se vê uma presença importante da Igreja na geração de cultura, de modo especial no mundo universitário e nos meios de comunicação social[4].

Dessa forma, seguindo profundamente a evolução do pensamento da Igreja, expresso em seus documentos, não há dúvidas sobre o crescente interesse, incentivo e insistência para que não somente se desenvolva uma pastoral da comunicação, mas também se providencie formação adequada para o seu exercício.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

PADRES DA PARÓQUIA

                                    PADRE GILBERLANDIO JOSÉ DA SILVA (TITULAR)
                                   PADRE JOSÉ BATISTA DA SILVA (VIGÁRIO)

PARÓQUIA BOM JESUS APARECIDO (HISTÓRICO)

A paróquia Bom Jesus Aparecido, em Solonópole - Ceará, teve origem no inicio do século XIX, com a aparição da imagem do Bom Jesus no alto da cruz a 1 km da Fazenda  Cachoeira. A igreja Matriz foi construída entre os anos de 1813 e 1821 pelo casal Ana Rosa do Paraíso e Simeão Correa de Lima Pinheiro auxiliados elo padre Pedro Pinheiro Landim. O mesmo Templo serviu, inclusive de cemitério por quase 50 anos.
em 1863, a Lei de N° 1.093, de dezembro de 1863, erigiu em Matriz a Capela de Cachoeira, desmembrando-a das irmãs congeneres, Quixeramobim, Riacho do Sangue e Telha (Iguatu). No entanto, Só foi instalada, canonicamente, em 24 de novembro de 1864, e teve como 1° vigário um filho da terra, padre Pedro Pinheiro Landim, com nomeação na mesma data da instalação e posse aos 08 de dezembro de 1867, o velho templo estando em ruínas, foi demolido pelo vigário da época, padre João Saraiva Leão e, em seguida, no biênio 1967/1908, foi construída a atual igreja. Para as comemorações do Centenário da Paróquia, o padre Agenor Tabosa Pinto fez grandes reformas no piso, forro e janelas. atualmente, é um belo templo de valor arquitetônico e histórico e tem como pároco oficial o padre Gilberlandio José da Silva